
e que nos convides para a grande FESTA :''D
Hoje tenho uma coisa a dizer…
Por enquanto ACABOU! Eu já não vou postar mais… (pelo menos durante algum bom tempo)
Mas o blog não vai acabar porque…
Vou lançar um desafio à minha irmã, ela postar uma fic, ela tem 12 anos e pensa que faz tudo por isso também pode lançar uma fic que escrevemos a alguns anos, talvez o primeiro ano de Tokio Hotel??? – Mein Gotten já vão quase 3
Ela é pita… vou ajudar apenas na reconstrução de algumas palavras!! -.-‘’
Também vocês podem ver que eu não escrevo bem mas… ao menos vamos tentar melhorar o vocabulário daquilo porque está pobrezinho -.-‘’ e ela ainda tem alguma dificuldade ……….
Se ela não aceitar…. Ai sim… não vai haver blog …. Mas não vai acabar para sempre… quando tiver tempo venho escrever aqui de novo….
Se não gostarem do final…..
‘e o que temos para hoje :’p
Mas….
Não deixarei de comentar nunca….
Mais….
E VOU ACTUALIZAR-ME NA FIC DA FILIPA :’D
o Final….
Conduzia o seu carro Audi A1 (este carro ainda não saiu, mas vai sair em breve) até casa, onde habitava precisamente à 2 anos depois de deixar Hamburgo, após sair do seu trabalho. Sora reconstituiu uma vida, uma nova vida. Namorava John seu namorado à 6 meses, carinhoso, dava-lhe toda a atenção do mundo, conversavam e acima de tudo sempre presente quando ela precisava. Reconstituiu tudo de novo em Berlim onde se sentia bem e era feliz, mesmo sem ele, o Bill.
Bill Kaulitz ainda a acompanhava todos os dias, na cabeça, coração e no rádio do carro que a faz mudar de estação. Fazendo esta acelerar cada vez mais o carro para chegar a casa.
Ao estacionar a carro na pequena garagem (como o carro - ahahh) correu para casa, queria um duche, queria acalmar-se, pois aquela voz ainda estava na sua cabeça…
E após a sua saída da água quente, limpou o corpo e procurou os seus cremes, espalhando-os de seguida pelo corpo. Pronta a vestir o seu vestido preto sem altas, ela pegou nele fazendo-o deslizar pelo corpo, delineando-o.
Ela soltou o cabelo ainda molhado e secou-o, dando-lhe um toque simples, como ela era. Procurou os sapatos prateados altos ainda novos e calçou-os, agarrou no estojo da maquilhagem e despachou-se em poucos minutos. Com a sua pequena bolsa prateada e o casaco preto ela saiu de casa de novo, dirigindo-se a um jantar de importância, na casa de John.
Tocou à campainha e John ao abrir a porta de casa, que estava cheia ela sentiu-se ainda mais nervosa e envergonhada. Cumprimentaram-se com um leve beijo nos lábios, e ele pegou no casaco dela, encaminhando-a pela sala com um leve toque nas suas costas macias.
Ao fundo da sala à sua direita ela reconheceu uma pessoa e meteu a mão ao peito, desviando de novo a cabeça para confirmar, sentiu um aperto enorme no coração e confirmou que não era uma visão. Ela conhecia aquela pessoa. Largou John, já nervoso e correu até ela… Simmone.
Simm- Sora?! (apertavam-se com um abraço cheio de saudade)
- Simmone (olharam-se)
Simm- Estás bem? Estás bem…. Minha querida!? (olhava-a tocando-lhe com a mão na face) Estás linda… (tinha um brilho no olhar, pois Simmone sempre soube, que ela amava de verdade o seu Bill)
- Está! (afirmou-o depois de baixar o olhar com vontade de chorar) … e … consigo?
Simm- Está tudo bem… mas poderia estar melhor… tu sabes. (ela olhou para trás para John) John meu querido aproxima-te! (sorriu-lhe)
- Conhecem-se? Tu conheces a Simmone??? Tu sabias ….. (respirou fundo) o rapaz que te falei, ELE, ELE John…. Se te cumprimentou é porque te conhece não? (olhava-o) DIZ-ME!
Simm- ele é meu sobrinho… (disse a medo)
- John… eu confiei em ti, COMO? Como me escondeste isto? Depois do que te contei e passamos juntos?
Simm- Tu e ele namoram?
John- Sim, tia. (ela olhou para Simmone à sua frente irritada, onde esta a tenta acalmar com a sua mão no ombro descoberto)
- JOHHNNN??’ Ena meu à quanto tempo???
Ela reconheceu aquela voz, era-lhe tão familiar, sentiu um perto enorme e outra presença. Pois sim, ela não aguentou e chorou, olhando a Simmone à sua frente.
(…)
Era sempre muito engraçado rever a família, eles ficavam sempre muito animados mesmo depois de uma briga entre ambos. Entraram a correr pela sala procurando os familiares e conhecidos, onde ao longe avistaram a mãe, que estava acompanhada.
Tom gritou bem alto, reconhecendo o primo junto á sua mãe acompanhada por um belo rabo de saias que o deixou meio confuso.
Tom- JOHHNNN??’ Ena meu à quanto tempo???
Bill com um sorriso olhou o primo que não lhes ligou, este apenas olhava uma rapariga frente à sua mãe. Simmone desviou o olhar da rapariga olhando o filho com as lágrimas de felicidade na vista, Bill apreciou de costas a bela jovem, fazendo John perceber que a tinha descoberto. O Kaulitz sentiu-se nervoso e sentia o nervosismo nela também, tentado ganhar coragem para lhe tocar. O silêncio permanecia naquele grupo, que ouviam apenas risadas e pessoas na sala, cheia de gente.
Ele levou a mão a medo ao ombro da rapariga, que ao lhe tocar confirmou com o toque que o arrepiou e queimou que era ELA.
Sora apenas olhou por cima do ombro, onde reconheceu aquelas mãos que a matava por dentro, limpando as lágrimas encarando-o finalmente na cara que ainda estava húmida de chorar.
Sem perder tempo ele agarrou-a, agarrou-a com toda a força feliz…
Bill- o destino assim quis… e assim serás minha
Aquele toque matava-a, aquele toque fazia-a bloquear, era como fogo…
Ao sentir aquelas mãos ela fechou os olhos, deixando-se levar pelos movimentos carinhosos de Bill, fazendo um enorme sorriso. O rapaz cada segundo que passava e a olhava sentia-se cada vez mais mal, pois pensava:
Como seria capaz de deixar aquela rapariga?
Como seria ele capaz de a fazer sofrer?
Ele cometeu um grave erro, era ele que tinha de falar…
- Desculpa (engoliu a seco nervoso, e ela abriu os olhos)
- … estás a pedir desculpa… pelo quê? (encarou-o)
- Eu tratei-te com desprezo, eu… não te disse nada estes últimos tempos… (ele calou-se e ela não dizia nada) … eu sei que estás mal…
- eu… não quero sofrer mais… Bill! (ele apenas movimentou com a cabeça um ‘’sim’’) … quero amada, quero ter carinho e atenção da tua parte… (respirou fundo) e …se não há tempo… e isso não existe…. (calou-se sem acabar a frase)
- … é melhor terminar?? (ela olhou-o e fez cair as primeiras lágrimas)
- é melhor Bill… (apenas se olharam e Sora viu as lágrimas de Bill caírem pela sua face branca e macia)
- Sora..sabes … que nunca amei alguém como a ti… foste a primeira e… obrigado! Obrigado por apareceres na minha vida e me teres feito feliz… Não consigo conciliar o trabalho com uma vida amorosa…. Sofres tu e sofro eu. … Sora… diz alguma coisa… diz alguma coisa … por favor
- eu hoje de manhã quando sai fui … pensar e cheguei à mesma conclusão que tu. Mas… vai-me doer muito mais… não te ter (ela chorava e chorava já não conseguia controlar aquelas lágrimas)
- Mas Sora…
- eu sei.. eu não te… tenho
- sempre fui teu… (olhava-a carinho, sentou-se no sofá onde a rapariga ergueu o corpo e sentou-se também) … mesmo longe!
- …
- eu… vou amar-te sempre
- não digas isso porque não sabes … não sabes o que pode acontecer
- se nos separarmos agora e tivermos que ficar juntos… o destino vai-nos unir como daquelas duas vezes… que nem eu nem tu esperávamos… (sorriu)
- lembro-me como se fosse hoje (sorriu com a cara húmida) deixei cair o teu pacote de pipocas… e querias que te comprasse outro
- e tu muito espertinha tomaste-me como culpado para não me pagares as pipocas.
- mas depois de tanto tempo de discussão à porta do cinema… lá te paguei as pipocas (riam)
- e… uma semana depois…
- encontrei-te de novo
- No Mc, fiquei com a mesa que estavas á espera que ficasse livre para te sentares, mas eu fui mais rápido. E deixei-te furiosa, e senti-me de novo vitorioso… (limpou as lágrimas e acariciou de novo a cara da jovem)
- mas como tu és querido convidaste-me para sentar ao teu lado e do Tom…
- só aceitas-te por causa dele (fez cara de mau e ela sorriu)
- …mas eu apaixonei-me por ti
- e eu… por ti (apertou-a quando a puxou para os seus braços e chorou ao relembrar tudo o que tinha passado com a rapariga, a única que o fez feliz de verdade) … o primeiro beijo… no dia de Natal…
- onde ganhei uma bela prendinha… tu… (ela chorava como ele…baba e ranho) … tu .. Bill!
A dor de viverem um sem outro notava-se mas apesar de tudo, Bill ainda sentia uma certa esperança…
- Bill … eu amo-te tanto
- eu também… eu também te amo… (o rapaz vez a rapariga encara-lo)
Limpou-lhe as lágrimas e beijou-a como á muito não o fazia, a rapariga agarrou-o com força, não queria que ele fugisse dali, queria que ele ficasse ali para sempre…
Nenhum conseguiu resistir à ultima oportunidade, ambos queriam ter aquele ultimo momento… entregaram-se pela ultima vez… de corpo alma… e aproveitaram-no como se fosse único.
Deitados no chão da sala, em cima do tapete… ele prometeu-lhe….
- Se o destino… me quiser contigo… ele vai-nos unir de novo. E se ele entender isso… eu largo tudo e fico contigo…
- Como ele entender…
Deitou o corpo na erva fria.
Ela procurou um lugar onde pudesse pensar sem ninguém interromper os seus pensamentos. O lugar que procurou foi na floresta junto à cidade, ninguém a ia interromper, tirando talvez alguns animais, mas sem receios de estes serem selvagens ou não.
Era ali que ela queria pensar, era ali que ela queria estar e pensar na relação que tinha com o gémeo do Tom, o famoso Bill Kaulitz.
Ela disse alto, para aquele céu que se tornava cada vez mais negro…
- Vou esquecer-te
Sora tomou uma grande decisão, e fez com que aquelas árvores e aquele ar frio fossem testemunhas disso. Planeou na sua cabeça tudo, tudo! Iria abandonar aquele amor que a fazia sofrer, sem amor e carinho. A casa era sua mas mesmo assim iria mudar-se de novo para o poder esquecer, mesmo ele quase nunca estar presente.
Chorou baba e ranho, pois temia não o conseguir fazer, bastava ele tocar-lhe para ela ceder aos seus encantos. O amor que sentia por ele era forte e isso deixava-a bastante pensativa em relação aos seus planos.
Desprezo, ignorância e distância era no que ela tinha pensar e lembrar…
2 da tarde ela estava de volta, os olhos estavam vermelhos e inchados, à entrada não ouviu qualquer barulho e seguiu rumo às escadas…
Entrou no quarto onde ouviu o chuveiro a desligar-se, olhou o relógio e despiu o casaco quente e negro, ouviu a porta abrir e apareceu o Bill com a toalha enrolada à cintura. O seu coração bateu quando o viu, bateu e bateu… queria agarra-lo e beijá-lo como fazia na outrora, mas virou as costas e tirou o gorro deste e descalçou as botas…
- Onde foste?
- Fui dar uma volta…
- Porque não almoças-te?
- Porque não tinha.. fome.. (um silêncio vagueou naquele quarto)
As suas botas de pêlo encontravam-se junto aos pés do Bill, mas não o queria fazer, não se queria aproximar, esperou por ele se deitar e pegou nelas calçando-as.
- vou dormir
- ok
Sentiu-o um aperto enorme no coração, mas ela ouviu que ele ia-lhe dizer algo, mas pelos vistos arrependeu-se calando-se. Apenas suspirou, e saiu do quarto deixando-o descansar como queria, dirigiu-se à sua cozinha onde eles tinham estado a almoçar, ia lavar a loiça mas estava limpa e mesmo ao fim de tanto tempo ela conseguiu ver quem tinha lavado a loiça. Os vestígios de detergente na bancada, eram do Bill, como sempre ele deixava a cozinha, e isso fez com que ela relembrasse os bons momentos que passaram juntos.
O sono também se apoderou no seu corpo e resolveu cair no sofá da sala para dormir, pois a noite passada não tinha pregado olho.
E Sora deixou-se embalar perfundamente…
(…)
A sua respiração era calma, meteu a mão junto à face da rapariga acariciando-a com carinho.
Ele amava-a mas o trabalho era cada vez mais intenso e cada vez ele sofria mais com isso. Magoava-a e sabia, teria de perde-la … para ela ser feliz. Mas no final, quem sofreria mais era ele, sem ela.
Bill queria terminar tudo por muito que a amasse, não tinha vida própria para além de um trabalho de sonho, que na verdade já não o fazia tão feliz…
Não havia tempo para o amor, não havia tempo para estar com a pessoa que amava … não havia tempo para nada.
Ela suspirou… e abriu os olhos vendo o rapaz a mirá-la…
O silêncio percorreu aquela casa onde ambos trocavam olhares profundos. A rapariga abriu a boca ainda com sono e ele fez um sorriso brilhante ao ver a cara dela de sono.
Nenhum queria falar primeiro…
Nenhum prenunciou nada…
…penas Bill lhe tocou na face de novo…

Depois de acordar sobressaltada mais uma noite com pesadelos, Sora ao erguer o tronco rapidamente e transpirada com a respiração ofegante, confirma no seu telemóvel pela milésima vez que ele não lhe tinha dito nada.
Já uma semana tinha passado que Bill não lhe dizia nada, uma semana andava ela de um lado para o outro, ela tentava não se preocupar mas era difícil. Todos os dias ela entrava em nervosismo, esperando uma chamada ou até mesmo uma mensagem.
Bill Kaulitz era famoso, corria de um lado para o outro mostrando as suas músicas com o seu gémeo Tom, Georg e Gustav, tentado conquistar mais e mais. Nem com o Tom ele conseguia falar, que anda sempre de telemóvel na mão, com Georg e Gustav, a rapariga não tinha muita confiança, e nem tinha os seus contactos.
Deitou a cabeça esticando o braço e ligou a luz de presença ao seu lado, olhou o tecto e deixo escorrer mais umas lágrimas…
‘’- ela vai ter de compreender … primeiro a musica, Tom.’’
Relembrou estas palavras saídas da boca de Bill, quando esta entrava na cozinha da sua casa, para o Tom. Sora entendia mais que ninguém a sua paixão pela música, nunca meteu em causa nem desrespeitava as suas decisões, apenas queria, o seu amor e alguma atenção.
Cerca de 2 dias mais tarde sem notícias, o telemóvel tocou era ele…
- Bill? (feliz)
- vou chegar amanhã, ok?
- ok, ok…
- bem, tchau
- tc.. (ele já tinha desligado)
As lágrimas novamente apareceram e ela deixou cair o telemóvel para o chão, indignada com o facto de ele a desprezar daquela maneira.
Passou o dia em casa para lhe dar um jeito e no dia seguinte receber Bill. Vivia sozinha em Hamburgo numa vivenda oferecida pelos pais que viviam em Espanha actualmente. Nos últimos tempos que tinha estado com Bill, ele tinha-se mudado para lá.
Pela noite, não conseguia pregar olho pois sabia que ele podia entrar no dia seguinte a qualquer momento pela porta, podia entrar e não lhe ligar alguma como tinha feito ao telemóvel, podia entrar ali e agarra-la e fazer de conta que nada se tinha passado. Ela estava nervosa e não dormiu quase nada.
Perto das 9 da manhã, sempre às voltas na cama sem dormir, ela resolve correr para a casa de banho e tomar um duche quente, onde pensava a toda a hora no rapaz moreno. Como poderia ela resumir-se a ele? Estava bastante apegada a ele…
Saiu da casa de banho enrolada na toalha e entrou no quarto, procurando algo para vestir. Agarrou numas leggins pretas e uma blusa de manga curta larga, que lhe dava como vestido, e um casaco de algodão. Depois de se vestir e apanhar o cabelo, calçou as botas de pelo para andar em casa e desceu as escadas de seguida. As casas eram frias e ela deixava sempre o aquecimento ligado durante a noite, dirigiu-se à cozinha e preparou os cereais para comer, onde pegou na taça e sentou-se na sala a comer.
Sentada a comer e a ver uma serie animada na televisão, ela ouviu vozes perto da porta, o coração começou a bater descontrolado e ela assustou-se. Seria ele?
A porta abriu e ela com a boca cheia de cereais, Tom e Bill olharam-na. Tom fez um sorriso ao ver a rapariga com a boca cheia e os olhos bem abertos assustada, e Bill fechou a porta mal a olhando…
Tom- Isso está complicado… não te engasgues … (ria)
- Ná… (disse com a boca cheia a fazer sinal com o dedo que não)
Tom aproximou-se e deu-lhe um beijo na testa, ela engoliu aquilo rapidamente e deu um beijo na bochecha do rapaz.
Bill mirava-a, nada mais…
Ela olho-o e o sorriso desapareceu, tal como o dele quando a olhava, ela estremeceu…
Acolheu-a nos seus braços enormes e fortes onde ela pode voltar a sentir o seu cheiro, e as peles de ambos arderem mutuamente com o toque. As saudades eram muitas e a dor de Sora também, deixou cair gotas de água salgada pelo pescoço do rapaz.
Quando sentiu no seu ouvido, aquela respiração que a fez estremecer…
- Estou aqui… (apertou-o com força)