Olá meninas, sabem trago mais um capitulo para vocês e um presentinho. Trago o Trailer da minha próxima fanfic. Forget You
Fui eu que fiz, espero que gostem. (não está nada de especial) :$
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Passaram alguns meses e o Natal avistava-se tal como o meu aniversário que era na mesma noite. O ambiente natalício rodeava-me de alegria. Costumava ficar com o meu pai a ver filmes e a contar pormenores e segredos um com outro. Este ano era diferente. Agora, embora tenhamos sempre a nossa privacidade para falar e desabafar naquelas noites, agora iria se totalmente diferente, tínhamos mais membros na família. Completava naquela noite 21 anos. Estava receosa do que o futuro me desejaria e teria para me dar.
Naqueles meses que passaram Tom e Mary andavam num ambiente que dava vontade de dar chapadões. Okeyyy, eles estavam mesmo apaixonados. O que é deveras bom para ela e para ele... Estavam tão felizes. Se bem que o Tom deveria faltar pouco para fazer das suas, a não ser que tenha assentado de vez. O que a maioria da Universidade não acredita, nem mesmo eu. Bill, esse rapaz andava mais afastado. Depois do que tinha acontecido naquela tarde, mal comunicamos. Era para esquecer, contudo eu também fazia questão de manter de lado o que tinha sentido naquele momento em que o desejei.
Matt- Parabéns Sora! - aproximei-me de si.
- Obrigada pai. - agarrei-o com força e como sempre me fazia, puxava-me para seu colo no sofá. Sentiamos os olhares da familia Kaulitz em cima de nós, mas não nos importamos de mostrar todo o amor e carinho que trocávamos juntos, todas aquelas noites de Natal e de mais um aniversário.
Matt- este ano há uma coisa diferente no teu aniversário.
- o quê? sabes perfeitamente que assim é que prometemos ser sempre.
Matt- há uma pequena... lembrança. - olhou-me a medo.
- PAI??? - gritei chocada com aquilo e levantei-me - nós não damos presentes um ao outro em qualquer aniversário ou Natal. Tu prometes-te.
Matt- Acalma-te, confia em mim. - respirei fundo e vi-o a remexer no interior do bolso das calças. Pousou nas minhas mãos uma pequena caixa rectangular. Afastei-me do seu corpo e sentei-me no enorme sofá junto à lareira ao lado de Tom que meteu a sua mão no meu ombro.
Tom- Abre! - olhei o meu pai e ele fez sinal para que o fizesse.
- Mas... tenho...medo.
Matt- Não tenhas... não tenhas! - Senti sempre a mão de Tom no meu ombro. Olhei para todos ali presentes e depois a caixinha. Abri, e entrou em mim uma correte que me fez arrepiar. os meus olhos encheram-se de água. Era a chave da casa dos meus avós e da minha mãe.
- P-paiii... - não falava - é... é?
Matt- é tua! Hoje, tal como o teu avô te disse...
- Esquecia-me completamente. Mas... e vou ter de ir para lá?
Matt- Não obrigatoriamente. só quando casares.
- Mas eu não me vou casar nunca.
Tom- Soriinhaaaaaa nunca digas nunca.
- Cala a boca Kaulitz.- ri-me para ele.
Matt- ele quer que os seus netos e bisnetos cresçam onde cresceu a tua mãe.
- Mas eu não vou casar.
Matt- Pronto... tu é que sabes. Vais saber o que fazer. Confio em ti eu amor. - levantei o corpo dali e dirigi-me a ele abraçando-o com força.
- Só não te quero perder também...
Matt- eu não duro sempre. - riu.
- CALA-TE! - rimos logo depois.
Como fomos às compras de Natal para os Kaulitz, o meu pai e eu fizemos questão de entregar a cada um o seu. Tal como Simmone e Tom a nós e a Bill. O Kaulitz dos cabelos negros foi quem não fez compras nenhumas, mas não nos importamos com tal. O importante era estarmos todos ali reunidos e felizes.
No dia seguinte já pela noitinha a campainha fez-se ouvir e desci a correr mesmo com os saltos enormes. Estava pronta para festejar aquela noite. 21 anos para celebrar com a minha amiga e os conhecidos. Mal entro no corredor, deparo-me com Jonh e Bill a olharem-me.
Jonh- Uhm.. parabéns à aniversariante. - abraçou-me e retribui-lhe aquele apertado abraço.
- Obrigada. - corada afastei-me.
Jonh- Bem, vamos? Está tudo à nossa espera. Ainda tenho de ir buscar o outro casaco. - afastei-me e aproximei-me do espelho enorme da sala para me ver novamente.
- Para quê?
JOnh- não vou actuar com este... - olhou-me- Vá lá.. sabes que és linda.. estás óptima.
- Pronto... vamos lá... - agarrei no casaco ao lado de Bill no sofá e olhei-o de lado. - Não queres mesmo vir?
Bill- Não, obrigado na mesma pelo convite.
E saímos juntos para o concerto na minha festa.








