sOng x')

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

THE PROVE - Capitulo 5

Well, well, well ...
Olá meninas, sabem trago mais um capitulo para vocês e um presentinho. Trago o Trailer da minha próxima fanfic. Forget You

Fui eu que fiz, espero que gostem. (não está nada de especial) :$








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Passaram alguns meses e o Natal avistava-se tal como o meu aniversário que era na mesma noite. O ambiente natalício rodeava-me de alegria. Costumava ficar com o meu pai a ver filmes e a contar pormenores e segredos um com outro. Este ano era diferente. Agora, embora tenhamos sempre a nossa privacidade para falar e desabafar naquelas noites, agora iria se totalmente diferente, tínhamos mais membros na família. Completava naquela noite 21 anos. Estava receosa do que o futuro me desejaria e teria para me dar.

Naqueles meses que passaram Tom e Mary andavam num ambiente que dava vontade de dar chapadões. Okeyyy, eles estavam mesmo apaixonados. O que é deveras bom para ela e para ele... Estavam tão felizes. Se bem que o Tom deveria faltar pouco para fazer das suas, a não ser que tenha assentado de vez. O que a maioria da Universidade não acredita, nem mesmo eu. Bill, esse rapaz andava mais afastado. Depois do que tinha acontecido naquela tarde, mal comunicamos. Era para esquecer, contudo eu também fazia questão de manter de lado o que tinha sentido naquele momento em que o desejei.

Matt- Parabéns Sora! - aproximei-me de si.
- Obrigada pai. - agarrei-o com força e como sempre me fazia, puxava-me para seu colo no sofá. Sentiamos os olhares da familia Kaulitz em cima de nós, mas não nos importamos de mostrar todo o amor e carinho que trocávamos juntos, todas aquelas noites de Natal e de mais um aniversário.
Matt- este ano há uma coisa diferente no teu aniversário.
- o quê? sabes perfeitamente que assim é que prometemos ser sempre.
Matt- há uma pequena... lembrança. - olhou-me a medo.
- PAI??? - gritei chocada com aquilo e levantei-me - nós não damos presentes um ao outro em qualquer aniversário ou Natal. Tu prometes-te.
Matt- Acalma-te, confia em mim. - respirei fundo e vi-o a remexer no interior do bolso das calças. Pousou nas minhas mãos uma pequena caixa rectangular. Afastei-me do seu corpo e sentei-me no enorme sofá junto à lareira ao lado de Tom que meteu a sua mão no meu ombro.
Tom- Abre! - olhei o meu pai e ele fez sinal para que o fizesse.
- Mas... tenho...medo.
Matt- Não tenhas... não tenhas! - Senti sempre a mão de Tom no meu ombro. Olhei para todos ali presentes e depois a caixinha. Abri, e entrou em mim uma correte que me fez arrepiar. os meus olhos encheram-se de água. Era a chave da casa dos meus avós e da minha mãe.
- P-paiii... - não falava - é... é?
Matt- é tua! Hoje, tal como o teu avô te disse...
- Esquecia-me completamente. Mas... e vou ter de ir para lá?
Matt- Não obrigatoriamente. só quando casares.
- Mas eu não me vou casar nunca.
Tom- Soriinhaaaaaa nunca digas nunca.
- Cala a boca Kaulitz.- ri-me para ele.
Matt- ele quer que os seus netos e bisnetos cresçam onde cresceu a tua mãe.
- Mas eu não vou casar.
Matt- Pronto... tu é que sabes. Vais saber o que fazer. Confio em ti eu amor. - levantei o corpo dali e dirigi-me a ele abraçando-o com força.
- Só não te quero perder também...
Matt- eu não duro sempre. - riu.
- CALA-TE! - rimos logo depois.

Como fomos às compras de Natal para os Kaulitz, o meu pai e eu fizemos questão de entregar a cada um o seu. Tal como Simmone e Tom a nós e a Bill. O Kaulitz dos cabelos negros foi quem não fez compras nenhumas, mas não nos importamos com tal. O importante era estarmos todos ali reunidos e felizes.

No dia seguinte já pela noitinha a campainha fez-se ouvir e desci a correr mesmo com os saltos enormes. Estava pronta para festejar aquela noite. 21 anos para celebrar com a minha amiga e os conhecidos. Mal entro no corredor, deparo-me com Jonh e Bill a olharem-me.
Jonh- Uhm.. parabéns à aniversariante. - abraçou-me e retribui-lhe aquele apertado abraço.
- Obrigada. - corada afastei-me.
Jonh- Bem, vamos? Está tudo à nossa espera. Ainda tenho de ir buscar o outro casaco. - afastei-me e aproximei-me do espelho enorme da sala para me ver novamente.
- Para quê?
JOnh- não vou actuar com este... - olhou-me- Vá lá.. sabes que és linda.. estás óptima.
- Pronto... vamos lá... - agarrei no casaco ao lado de Bill no sofá e olhei-o de lado. - Não queres mesmo vir?
Bill- Não, obrigado na mesma pelo convite.

E saímos juntos para o concerto na minha festa.








terça-feira, 2 de novembro de 2010

THE PROVE - Capitulo 5

Não sei se vão gostar ou estão a gostar... mas quem não gostar temos pena, não apareça. :')



Caminhei sozinha para o bar, tentava avistar alguém do meu interesse e nada. Estaria Tom a falar com Mary? A verdade é que cada vez que pensava nesse assunto o meu coração tremia só de a imaginar longe de mim. Ela era a minha melhor e única amiga. Não queria mais estar ali, queria adormecer e não acordar mais, só de imaginar que ela me afaste de si para sempre. Suspirei e retomei caminho para a saída. Sentia-me sozinha naquele mundo, naquela divisão. Caminhei até casa, faltando às seguintes aulas.
Mal entrei no quarto despi a roupa pesada que trazia e enverguei a minha blusa branca e quente da Hello Kitty e estiquei o corpo na cama, adormecendo logo depois.

Ouvi barulhos e revirei na cama acordando com o som da porta do meu quarto. Olhei ensonada e deparei-me com Bill à frente da minha cama. Arregalei os olhos.
- Faltas-te às aulas...
- ... - não sabia o que lhe dizer.
- A Mary, andava à tua procura com o Tom e o irmão dela... ligaram-te... - falava baixinho e demasiado preocupado.
- ohm... adormeci.
- Estava tudo preocupado contigo.
- Não queria ... isso. - olhei-o - Bem, obrigada por me avisares. - fiz um sorriso.
- De nada. - Virou-me as costas para sair do quarto.
- Bill? - virou-se - Tens os apontamentos das aulas?
- Tenho, já te trago.
- Obrigada. - e saiu. Foi deveras encantador da sua parte vir-me avisar. Mas estaria ele a faltar a esta hora? Olhei o relógio. Sim, estava. Levantei o corpo da cama e calcei as botas de pêlo claro. Dirigi-me à secretária e agarrei na minha mala retirando o telemóvel da mesma. 7 chamadas não atendidas. Retomei chamada para a Mary.
- Sora? Finalmente!
- Sim...
- Queres deixar tudo preocupado?
- Sentia-me... sozinha...... e... - interrompeu-me.
- DESCULPA! DESCULPA!! Fui uma estúpida em não confiar em ti.
- Não faz mal, sua estúpida :)
- E não voltes a fazer isto ok?
- ok :)
- Até o Bill correu a Universidade inteira à tua procura connosco.
- O Bill? - virei-me para me sentar na cama mas... Bill estava mesmo atrás de mim. Assustei-me. Olhei aqueles olhos bem perto de mim, hipnotizastes e atractivos. A Mary continuava a falar ma e não a ouvia, só aquele ser me atraia.
- Sora? Sora??? Estás ai?
- ...
- SORA?
- ahm.. diz... - por um segundo desviei o meu olhar, mas fixei-o novamente. Estava mesmo ali, à minha frente.
- Eu disse que ele almoçou à pressa e foi ver se estavas em casa. Está ai? é que eu estou a chegar também...
- Falamos depois... eu..eu... vou desligar.... - desliguei e atirei o telemóvel para cima da cama ao lado. Não conseguia descolar o olhar dele, estávamos tão próximos. Humedeci os lábios e suspirei desejando tocar naqueles lábios agora bastante apetecíveis. Corei ao ouvir o meu coração bater fortemente, ele ouvia-o de certeza. Estávamos bastante colados e não perdi tempo em lhe tocar novamente no peito e ele colou as nossas faces deixando a sua respiração percorrer o meu pescoço e eu a suspirar de desejo. Aquele cheiro era tentador, todo ele era. Encostou o nariz ao meu e gemi de prazer ao sentir a sua respiração nos meus lábios. Estava quase.
- Sim, vai lá. Ela estava estranha eu vou já falar com ela... - a porta abriu e ele deu um passo atrás olhando-me atrapalhado e ao mesmo tempo desiludido.
- Estão ai os apontamentos. - disse e saiu do quarto quando passou pela Mary à porta escandalizada. Fechou a porta. Descai abatida pelo chão do quarto de joelhos enquanto sentia Mary a encaminhar-se a mim.
- Diz-me que não interrompi nada. - Olhou-me - Ohm nÃO! Merda! Desculpa.. de novo.
- Não faz mal... é melhor assim.
- Mas o que se passou?
- Não sei... nunca me senti assim. Eu ...queria-o. - olhei-a a medo - Somos o contrário do outro... nunca iria resultar.
- PORQUÊ? o.O'' Olha eu e o Tom!?
- Voltaram?
- Primeiro tu.. depois eu..
- Não há nada para falar Mary. Conta...
- é a ultima oportunidade que lhe dou... ele disse que me queria ao seu lado. Não acredito,sabes? - olhou-me triste- Ele vai ser sempre daquela maneira... e eu vou ser traída...
- não digas isso... ele pode mudar.
- O Tom? Nunca!

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

THE PROVE - Capitulo 4

Amor novo, vida nova. Sempre apoiei o meu pai e sempre esperei por ele um dia encontrar alguém. Queria que ele fosse realmente feliz. Queria que ele amasse e fosse amado.
Desde a morte da minha mãe, quando eu era muito pequena, ele nunca mais andou com outra mulher. Cresci com ele rodeada de mimos e regalias.
A minha mãe era filha de um dos homens mais ricos daquela zona, isso fez com que ele e a minha família materna me mimassem e me dessem todo o amor e bens materiais que eu necessitara.
Actualmente também essa parte da minha família materna não está aqui presente. Os meus avós morreram num acidente de avião que ainda hoje ninguém soube a causa das mortes.
Contudo eu vivia bem, não necessitara de toda a herança que me era herdada. O testamento feito aos meus 15 anos, deu-me a conhecer que um dia eu seria uma das raparigas mais ricas de Hamburgo, depois de casar. Só casando eu teria pose de tudo o que me era herdado pelos meus avós.
Hoje em dia vivo do dinheiro do meu pai que trabalha na empresa do meu avô e o que a minha mãe nos deixou, que dá o suficiente para nos sustentar.

Simmone e o Sr. Matt já tinham combinado tudo antes de tomarmos conhecimento do seu relacionamento. Iríamos viver para uma nova casa com mais espaço para todos. As mudanças já decorriam e estavam mesmo no fim.
Nestas ultimas semanas que haviam passado a minha relação com a Mary tinha mudado, visto que como sua amiga contei-lhe as atitudes de Tom nos últimos dias. Ficou bastante abatida, mas eu não lhe poderia esconder uma coisa daquelas. Afastou-se, deixando-me bastante triste. Já Tom continuava as suas investidas sobre mim, mas enganava-se redondamente. Bill, andava estranho e calado nos últimos tempos, achei bastante estranho, visto que o menino era um provocador de primeira, mas melhor seria não o aturar.

Chegamos à vivenda enorme, olhei o senhor Matt ao meu lado que respirou fundo mal estacionou o carro.
- Pai... - olhei os meus dedos - é mesmo isto que tu queres? - Olhou os meus olhos intensamente nervosos.
- É!- fez um leve sorriso - E é isto que tu queres filha?
- Se tu estás feliz, é só isso que me interessa. - lancei-me aos seus braços e apertou-me com força.
- Obrigado meu anjo. Obrigado. - respirei fundo no seu pescoço e larguei-o fazendo o maior sorriso do mundo - Vamos Sora?
- Sim, sim. Vamos para a nossa nova casa.

As nossas coisas já estavam expostas nos devidos lugares tirando a minhas coisas de estudo. Agarrei na mala e o meu pai ajudou-me com a outra. Entrámos.
Olhei a sala e deparei-me logo com o Bill sentado olhando o vazio. O meu pai foi cumprimentar aquele individuo estranho. Sentei-me ao seu lado deixando as malas no all da entrada da casa.
Matt- A tua mãe Bill?
Bill- Está na lá em cima.
Matt- Obrigado! Sora vou levar as malas para o teu quarto.
- Obrigada pai. - depois dele sair meti conversa com o Bill. - Então, tudo bem contigo?
Bill- ya.
- O comando da televisão?
Bill- Está aqui. - alcanço-me e eu liguei a Tv. Ultimamente ele era assim, deveras estranho. Ouvi umas pegadas, rezei para que não fosse Tom, mas em vão. Aproximava-se com o maior sorriso nos seus lábios.
- Precisamos falar! - avisei.
Tom- Ai é? - mexia no piercing -.-''
- Vamos lá para cima. - olhei pelo canto do olho o outro Kaulitz no sofá.
Tom- já devíamos ter ido à muito tempo.
-.-'''


Abri a porta, sentindo logo umas mãos rodearem a minha cintura.
- Tom.. PÁRA. -tentava soltar-me dos seus braços.
- eu sei que queres Sora!
- NÃO!- agarrou-me ao colo- Tom, PÁRA! EU NÃO QUERO NADA DISTO.
- Queres pois! - ele deitou-me na cama amarrando-me com as suas mãos.
- Não me faças gritar... larga-me!
- Eu colo os meus lábios aos teus....
- TOM! - gritei mas logo depois ele beijou os meus lábios sem lhe dar qual querer passagem para tal. Arregalei os olhos sentindo o seu corpo quase colado ao meu. Ainda conseguia encolher as pernas e arranjar forças para as meter na sua barriga e comprimi-las com força para a frente. Sim, fiz isso e ele caiu de cu no chão do quarto. - EU NÃO QUERO NADA DISTO! OUVE O QUE TENHO PARA DIZER DE UMA VEZ!!! POR FAVOR!
- Ok.. diz lá....
- Eu já não te conheço mais. Quem és tu ultimamente? Não me largas, não tenho liberdade alguma... onde está o Tom que conhecia? DIZ-ME! Eu SOU TUA AMIGA, AMIGA... nada mais Tom! E por tua causa... a MARY afastou-se de mim.
- Tu .. ´so me queres mesmo como amigo?
- Tu és apenas meu amigo... nada mais que isso...
- Desculpa...
- Agora vais ter de ir falar com a Mary. As coisas mudaram e eu quero tudo bem esclarecido. Entendes?
- Combinado.


No dia seguinte caminhei até à Universidade com Tom. Conversávamos animadamente como à muito não fazíamos e foi quando entrámos no corredor cheio de alunos e Mary nos olhou. Encostada à janela frente para Bill sentado no chão, ela correu para fora do edifício deixando-me abatida.
- Tom...
- Não fiques assim, eu vou falar com ela.
- Ela pensa que andamos de certeza.
- No intervalo eu falo com ela. Agora vou para a minha aula.
- Adeus Tom.
- Adeus. - beijou a minha bochecha e caminhou até à sua sala. Sentei-me no chão ao lado do Bill.
- Bom dia Bill. - ele mal me falava, só me respondeu segundos depois.
- Bom ..dia.
- Como foi o primeiro dia lá em casa?
- Normal.... Já estou habituado a muitas mudanças. - não me olhava.
- como assim? - fiquei curiosa.
- Em França.. mudava muitas vezes de casa.
- Porquê? - Olhou os meus olhos deixando-me com falta de ar... tentei respirar fundo e ele desviou o olhar. Que olhos Deus! Levantou-se e entrou na sala atrás da stora, deixando sentada e ignorada no chão do corredor. - Lá vamos nós para Alemão. -.-'' Seca! - suspirei.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

THE PROVE - Capitulo 3

olá deixo aqui mais um capitulo. espero que gostem. BeijinHos...

P.S.- TEM UMA HIPERLIGAÇÃO e as novas musicas da fic.




Abri a porta de casa e suspirei de alivio o primeiro dia de aulas. O meu nariz foi invadido pelo cheiro a chocolate vindo da cozinha mas antes de me poder encaminhar a ela deparei-me com a mesa da sala decorada com imensos aperitivos. Estranhei.

- Pai? Anne?

- Sou eu filha. – Entrei rapidamente na cozinha e vejo o meu pai de roda das panelas fazendo logo crescer um imenso sorriso nos meus lábios.

- A que se deve isto hoje? – Beijei a sua testa.

- Então.. a Anne tirou folga e como sou um óptimo cozinheiro resolvi preparar tudo hoje.

- Mas é isso que não entendo. A que se deve isto tudo? A sala...

- Bem… vamos ter visitas e um jantarzito.

- Quem?

- Depois vês.

- Vais deixar a tua filha curiosa?

- Vou! Por isso vai para o teu quarto toma um duche e arranja-te.

- Estou a ver que é mesmo importante, para me mandares arranjar. – Assentei o tom de voz na última.

- Sim, e fica ainda mais linda. – beijou a minha bochecha e voltou de roda do fogão.

- Não queres ajuda?

- Não filha.

Sentia algo estranho. Sentia que ele estava bastante nervoso e feliz ao mesmo tempo. Não sabia o que andava a tramar mas de certo que não era nada de errado, só o queria feliz e para isso teria sempre o meu apoio. Entrei no meu quarto e pensei na roupa que deveria usar. Procurei a água quente e quando voltasse ao quarto já teria uma ideia.

Quando sai já tinha uma ideia do iria vestir, optei por algo simples mas ao mesmo tempo casual. Depois de estar pronta desci as escadas de casa, sabia que havia mais gente em casa pois já se ouviam vozes por ela. Quando descia havia pessoas indesejáveis naquela divisão, não acreditava que aquilo me estava a acontecer. Senti olhares em mim causando o silêncio na casa.

- Olá Simmone. – Sorri-lhe, cumprimentando-a com dois beijos.

Simmne- Sora..estás muito…bonita. – fez-me um sorriso muito simpático, deixando a minha pessoa envergonhada.

- Obrigada. – corei de imediato.

Tom- Desculpa lá… é assim..- Atrapalhado – já te conheço a algum tempo... e … PORRA estás linda. – eu e Simmone gargalhamos deixando-me ainda mais insegura, olhei o outro Kaulitz e esse achava-o mais tenso agora. Tom mantinha o olhar colado às pernas descaradamente mesmo após a entrada do meu pai.

Matt- Filha… estás linda.

- Como tu pediste. – Corei. – Pai preciso de roupas. – Rimos.

Matt- EU SABIA! – Gargalhou.

Tom – Eu vou com ela às compras, não se preocupe. – riram.

- TOM!!! – repreendi olhando o Bill de repente.

Simmone- Sora, o meu filho Bill. – apresentou

- Nós já nos conhecemos.

Matt- Já?

Bill- Somos da mesma turma.

Simmone- Isso é bom.

- Deveras -.-‘

Tom- Já estou com fome.

Bill- Já estranhava -.-‘

- E eu…

Matt- vamos lá comer qualquer coisa então.

Perto do jantar falávamos na sala. Ouvia histórias dos gémeos quando eram ainda pequenos, mais do Tom porque ele foi quem cresceu com a Simmone. Esse tema deixou Bill incomodado e triste, notei-o, mesmo ele fazendo leves sorrisos a olhar Tom.

- Bem, eu vou lavar as mãos. – Levantei-me

Tom- eu também. – Seguia-me.

Bill- também vou aproveitar.

Quando cheguei ao corredor senti umas mãos rodearem a minha cintura.

Tom- és linda!

- PÁRA TOM, larga-me!

Tom- Ai Deus, nunca te tinha visto assim, parEces ser tão simples… se te visse primeiro que a Mary…

- Eu não estou nada a gostar desta conversa, sabes?

Bill – pois.

Tom- eu sou irresistível e tu…vais ser minha. – olhou-me sério e entrou na casa de banho deixando-me no corredor com Bill. Olhei-o e ele entrou na casa de banho. Mal Tom saiu entrei logo. Abri a torneira.

Bill- deixa-me passar.

- Espera. – fechei a torneira e meti-me à sua frente procurando a toalha para limpar as minhas mãos húmidas. Senti o seu olhar percorrer o meu corpo parando no meu peito. – Pára de olhar! Tarado!

Bill- deves pensar que és muito boa.

- então porque me olhavas?

- eu????

- pois tu! – aproximei-me levando-o a olhar de novo o meu peito.

- Mas… quem está a olhar? – e olhou nervoso.

- TU!

- Posso… sair…agora? - Dizia nervoso à medida que me aproximava deste.

- Não. – fiz um sorriso matreiro metendo a minha mão no seu peito. Foi a pior coisa que pude fazer pois senti o seu coração a intensificar o ritmo deixando-me a mim nervosa. Mordi o lábio inferior e ele respirou fundo. Senti as nossas respirações próximas e afastei-me… provocando-o. – Agora sim já podes ir. – gargalhei deixando-o para trás nervoso.

O jantar foi bastante animado, o meu pai falava e nunca se calava e nós riamos. Bill olhava-me por vezes e eu a ele. Tom notou aquele clima entre nós no jantar pois olhou o irmão ameaçando-o com olhar. Tremi assustada. Aproveitou-se sempre para meter a mão de baixo da mesa e agarrar nas minhas pernas. Andava irrequieta quando ele fazia isso, tentando retirar a sua mão e olhara nervosamente para a mesa. Queria provocar e rebaixar o irmão de Tom pois agora sabia que o seu ponto fraco era o corpo feminino e isso deixava-me vitoriosa. Mas agora a esfregona ambulante do Tom metia-se no meio e não havia graça.

Tom- Mas já me podem explicar, o porquê do jantar? é pelo regresso do Bill?
- Sim. Porquê?
Matt- Bem...
Simmone- ...
Matt- Eu e a Simmone...- arregalei os olhos olhando-os.
Tom- O.O
Bill- -.-'
Simmone- Namoramos.
Tom- :D
Bill- -.-'''''
- *.*
Matt- E... vamos viver juntos.
Tom- o.O
- :O
Bill- O.O

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

THE PROVE - Capitulo 2

Hello!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! queria deixar um pequeno comunicado. Não me importa minimamente se alguém vem aqui e não gosta. Importa-me saber sim, que aqui vêm e depois respondem ao gráfico que tinha aqui ontem e não dizerem as verdadeiras opiniões quando me comentam. Apesar de 12% das percentagens serem negativas ninguém aqui foi capaz de dizer ''Não gosto!''.

:) adoro estas coisas! Bem aqui vai mais um capitulo, PARA QUEM GOSTA e comenta!


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Mary- Bem, reparaste na voz do Bill? Sexy, não?

- Não mesmo!

Mary- uhm, uhm…

- Vamos almoçar onde? Ao restaurante do Tom?

Mary- Por mim… Ahm, espera tenho de ir à biblioteca primeiro.

- Okey então vai lá que eu vou-me sentar ali no banco junto ás saída.

Mary- até já.

Depositei a mala junto ao banco e deitei o corpo nele, aconchegando a minha cabeça na mala. Tirei o mp3 do bolço do meu casaco ligando-o, procurei uma musica e cliquei no play. Wouldn't Change A Thing, era o nome da música. Olhei o enorme pátio da Universidade e no meio de todos aqueles alunos eu deparei-me com o mais extravagante, o meu novo colega de turma. Vinha na minha direcção, talvez para a saída da Universidade e olhou-me tal como eu, fixamente. Não lhe queria corresponder a tal, mas aquele olhar era hipnotizante e deveras atractivo. Ergueu a cabeça fazendo-se superior, depositando um leve sorriso vitorioso nos lábios quando passou mesmo junto a mim.

Hora de almoço

Mal meti os pés no restaurante, belisquei-me para ter certeza que não o estava a ver novamente. Bill permanecia numa mesa na mesma divisão levando uma garfada à boca.

Mary- Meu Deus, até a comer é sexy… - revirei os olhos para a mesma. – O que é? É mentira? – Suspirei e vi Tom aparecer com uma salada na mão. Recolhi o meu olhar novamente até à mesa do rapaz da turma e verifiquei que este tinha mais um prato de comida à sua frente. Era de Tom. Foi aí que percebi tudo, foi ai que me apercebi de que aquele era o irmão gémeo do esfregona ambulante do Tom que regressara de França. Arregalei os olhos.

Tom- Meninas… então? Vêm almoçar?

Mary- Se estamos aqui talvez seja isso não?-.-‘’

Tom- Sei lá… Vá, juntem-se aqui a nós.

- ahm…

Mary- Bora! – Pegou na minha mão e levou-me até lá e foi ai que decorreu as apresentações.

Tom- Mary, Sora o meu irmão Bill.

Mary- Agora já percebo de onde aparece toda…. a sua sexualidade. Foi herdada do irmão. – Sussurrou-me

- Tarada!

Bill- Muito prazer.

- Tu és da nossa turma.

Bill- Ai sim? Não tinha reparado. -.-‘OKEY, estamos a começar bem com essas ironias. – Com tanta gente na Universidade sabes…. – Que raiva.

Tom- Então vá sentem-se ai. Mary…tu aqui. – Apontou para o lugar ao seu lado - O que vão querer? – Olhei o prato dele.

- Pode ser o mesmo que tu.

Mary- Por mim também. Mary fazia-me olhares provocadores e de gozo quando me sentava ao lado do Kaulitz da crista. Tom apareceu novamente e retomou a animação perdida naquele restaurante.

Sempre que recordava Tom era sempre com uma gargalhada. Aquele ser era o único com quem eu me conseguia divertir à séria, era sempre a diversão total. O motivo pelo qual ao inicio não nos darmos bem, não estava habituada a tanta tolice. Já do irmão não se podia dizer o mesmo, visto que durante o almoço consegui logo perceber como ele era: egocêntrico e egoísta.

A caminho novamente das aulas eu e Tom falávamos enquanto Mary seguia do outro lado deste. Ele era um bom amigo. E… quanto menos esperava, reparei naqueles dois a falarem colados um ao outro. Ri-me e afastei-me um pouco.

Bill- A vela apagou-se? – Assustou-me. Tinha esquecido da sua presença.

- Desculpa? – Parei

- Ficas-te surda?

- O.O – Não acredito, que estúpido. – Espero bem que não estejas a gozar comigo.

- Eu? Alguma vez!? Nem te conheço de lado nenhum.

- Exacto! Não me conheces, não falas para mim. Estamos entendidos?

- Okey menina. Riu

- Irritante de merda. – Acelerei o passo para me afastar dele e Jonh, juntou-se logo a mim. Quando saia do seu Volvo.

Jonh- Sora? O que se passa?

- Nada. Bem… vamos para dentro?

Jonh- Claro, anda. – Segurou a minha mão e ficámos à entrada enquanto ele acabava de fumar o seu cigarro. Falávamos e aí reparava o número de raparigas que o olhava. Suspiravam ao vê-lo e a mim lançavam-me olhares de morte. E… Foi ai que aquele olhar cruzou com o meu novamente desta vez mais sério… ao entrar na Universidade.


quarta-feira, 13 de outubro de 2010

THE PROVE - Capitulo 1

Olá xD

Bem aqui fica o primeiro capitulo, se não houver comentários não haverá problema, vou postar na mesma. Apetece :)

Bjnhs!


p.s > o que está a Itálico sãos os pensamentos de Sora.

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Como era complicado acordar cedo para ter aulas. Melhor dizendo, a primeira aula. -.-‘
- Bom dia! - Saudou a professora.
- Bom dia! - Respondeu a nossa turma. Começou por se apresentar aos alunos inclusive a mim mas como comecei por tomar mais atenção ao telemóvel nem lhe liguei. ''À saída no pátio’’ Era do Jonh, não respondi. Ouviu-se a porta entretanto, uma nova voz pairava na sala, o silêncio logo depois instalou-se mas não liguei, preocupei-me mais com o material que deveria tirar da mala.
- Sente-se ali. - Ouvia a professora ordenar e foi quando levantei a cabeça para observar quem seria o novo colega.
Por momentos assustei-me arregalando os olhos, nunca tinha visto algo semelhante, a beleza e a imensa extravagância que o rapaz envergava. Instalou-se na carteira ao lado da minha olhei-o. O rapaz fazia um leve sorriso nos lábios enquanto mordia o seu lábio inferior. Toda a turma o olhava e este parecia ter adorado aquelas atenções, inclusive da professora que portava pelo menos 30 e poucos anos, suspirava e babava ao olhar o novo aluno.
Fiz o mesmo e encarei-o novamente ao meu lado, aquelas feições eram-me familiares. O seu cabelo despertou a minha atenção, trazia uma crista enorme. As calças eram justas de ganga escura e o casaco de cabedal fechado, também ele escuro. Era enorme.
Despertei quando me olhou, o seu olhar cruzou com o meu e o rapazito revirou os olhos deixando-me num estado admirado.
Deve ter a mania com certeza. Só pode! Pensei. Finalmente a professora manteve ordem na turma e retomamos a aula.

A aula terminara finalmente. Arrumava as minhas coisas e já pronta a sair da carteira, levei um encontrão enorme que me ia derrubando. Tinha sido aquele inútil rapaz a quem a professora nem se tinha lembrado de nos prenunciar o seu nome. A falta de educação foi tanta que ainda se riu do que fez, saindo de imediato da sala provocando histerismo da parte das raparigas. Suspirei.
- QUE DEUS!
- É lindoooo!
- Mesmo com aquele estilo...estranho... ele… Despertou toda a minha atenção. *-* - Ohm meu Deus, MENOS! Pensei logo.
Mary- Soraaaa, viste bem aquele gajo? - aproximou-se de mim bastante animada.
- Vi! Não gostei...
Mary- Que cena... nada te agrada! Há quanto tempo não tens ninguém?
- Desde que o teu irmão me trocou por um microfone. -.-'
Mary- Mas sabes que...
- Sim, eu sei... aliás ele está à nossa espera no pátio. - Agarrei no seu braço fino e enorme e puxei-a para fora da sala. Discutíamos novamente o assunto do novo colega e ao fundo do pátio avistámos Jonh com os amigos. Jonh era irmão de Mary, actualmente meu ex-namorado e um dos rapazes mais apreciados da Universidade.
Jonh- Sora, então? Boazinha? - Meteu o braço à volta do meu pescoço e beijou a minha bochecha.
- O que queres Jonh?
Jonh- Ver....-te - retirou os seus Raiban pretos e encarei aquele seu olhar tentador.
- Ai que bom, eu estou com fome e tenho de ir ao bar. - Retirei o seu braço em volta do meu pescoço e afastei-me. - Vamos Mary?
Mary- Claro! Adeus mano.
Jonh- Adeus meninas.

Finalmente nos tínhamos afastado. Como seria ele capaz disto? Estúpido! Depois de tudo o que sofri. Finalmente entrámos no bar e alguém na fila me chamou a atenção, corri para si de costas e puxei uma das suas rastas loiras.
- Tommy, Tommy .... - Olhou-me e abraçou-me fortemente tal como eu.
Tom- Que saudades miúda. Há quanto tempo não te via?
- Desde ... uhm.. Inicio de verão?
Tom- foste viajar e já não te vi mais... - o seu olhar mudou ao ver algo atrás de mim o que me levou a rir. - Mary...!?
- Uiiih - olhei-a e rimo-nos. Lançou-se aos braços do Tom que a apertou com todo o carinho. Como inteligente que sou, passei à sua frente retomando o seu lugar na fila do bar.


Uhm o clima entre aqueles dois durante aqueles poucos minutos foi bastante intenso. Acreditava que Tom senti-se algo mais pela Mary do que uma simples curte, mas não acreditava que este tive-se mudado. Corre-lhe nas veias a sua masculinidade. Tinha pena de tal pois ela sofre bastante por gostar tanto dele.


As aulas retomaram e eu e Mary encaminhamo-nos para o corredor onde esperávamos pelo professor, que não tardou a aparecer ao fundo do corredor. Mal entrámos na sala demonstrou a sua arrogância e quando o nosso ‘’querido’’ amigo chegou atrasado levou um raspanete o que me fez rir secretamente. Retomou o lugar ao meu lado e foi quando ouvimos o seu nome. Bill.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

THE PROVE...

Sora Gordon

Ela vai ser a personagem principal desta fic e uma das herdeiras da maior fortuna de Hamburgo. Sora vai sofrer mudanças na sua vida ao qual vai reagir de todas as melhores formas possíveis. Ao longo da fic vai-se apaixonar sem se aperceber. Sofre uma desilusão quando descobre que a empresa que os seus avós maternos e a sua mãe construíram está na falência. A jovem determinada abdica dos estudos e da sua vida para salvar tudo o que pertenceu e custou aos seus avós. Procura a protecção e apoio com a Mary, sua melhor amiga com quem passa o seu tempo. E ai Bill... vai surpreende-la.


Matt Gordon

Criou Sora após a morte da mulher com quem viveu um intenso amor. Farto de sofrer a sua ausência encontra novamente o amor junto de Simmone. Matt vai viver períodos difíceis na empresa da família onde vê a sua filha abdicar dos estudos para salvar tudo o que os seus avós maternos deixaram a ela e a ele.


Mary Ackles


Mary é uma das melhores amigas de Sora. Morre de amores pelo Tom desde o 10º ano escolar, com quem teve uma história de amor. Devido às mentiras e traições do Tom ela sofre bastante, mas ao reencontrar novamente o jovem rende-se novamente. Que acabará por sofrer novamente. Afasta-se de Sora quando descobre que Tom a rodeia com segundas intenções.




Jonh Ackles


Amigo de Sora e irmão de Mary. Bastante amigos e colegas na Universidade, Jonh vive apaixonado pela música e tem uma pequena banda onde é vocalista.



Simmone Kaulitz

Uma mulher muito bela e mãe de dos gémeos Kaulitz. Apaixona-se por Matt Gordon onde irá partilhar os melhores momentos da sua vida. Trabalha num restaurante junto à Universidade.





Bill Kaulitz

Um misterioso rapaz que regressa à sua terra Natal, na Alemanha. Viveu momentos difíceis em França onde residia com o seu pai. onde foi separado do seu gémeo. Ao regressar vai tentar viver todo o tempo perdido com o seu irmão de quem adora. Vai-se apaixonar e acabar por abdicar da sua vida para ajudar Sora.




Tom Kaulitz

É dos rapares mais mulherengos do bairro e da Universidade, viveu uma história intensa com Mary. Após o reencontro entre eles Tom tenta conquistar novamente a jovem. Como o seu passatempo é ''mulheres'' vai tentar ter algo com Sora, a melhor amiga da sua namorada.