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quarta-feira, 20 de outubro de 2010

THE PROVE - Capitulo 4

Amor novo, vida nova. Sempre apoiei o meu pai e sempre esperei por ele um dia encontrar alguém. Queria que ele fosse realmente feliz. Queria que ele amasse e fosse amado.
Desde a morte da minha mãe, quando eu era muito pequena, ele nunca mais andou com outra mulher. Cresci com ele rodeada de mimos e regalias.
A minha mãe era filha de um dos homens mais ricos daquela zona, isso fez com que ele e a minha família materna me mimassem e me dessem todo o amor e bens materiais que eu necessitara.
Actualmente também essa parte da minha família materna não está aqui presente. Os meus avós morreram num acidente de avião que ainda hoje ninguém soube a causa das mortes.
Contudo eu vivia bem, não necessitara de toda a herança que me era herdada. O testamento feito aos meus 15 anos, deu-me a conhecer que um dia eu seria uma das raparigas mais ricas de Hamburgo, depois de casar. Só casando eu teria pose de tudo o que me era herdado pelos meus avós.
Hoje em dia vivo do dinheiro do meu pai que trabalha na empresa do meu avô e o que a minha mãe nos deixou, que dá o suficiente para nos sustentar.

Simmone e o Sr. Matt já tinham combinado tudo antes de tomarmos conhecimento do seu relacionamento. Iríamos viver para uma nova casa com mais espaço para todos. As mudanças já decorriam e estavam mesmo no fim.
Nestas ultimas semanas que haviam passado a minha relação com a Mary tinha mudado, visto que como sua amiga contei-lhe as atitudes de Tom nos últimos dias. Ficou bastante abatida, mas eu não lhe poderia esconder uma coisa daquelas. Afastou-se, deixando-me bastante triste. Já Tom continuava as suas investidas sobre mim, mas enganava-se redondamente. Bill, andava estranho e calado nos últimos tempos, achei bastante estranho, visto que o menino era um provocador de primeira, mas melhor seria não o aturar.

Chegamos à vivenda enorme, olhei o senhor Matt ao meu lado que respirou fundo mal estacionou o carro.
- Pai... - olhei os meus dedos - é mesmo isto que tu queres? - Olhou os meus olhos intensamente nervosos.
- É!- fez um leve sorriso - E é isto que tu queres filha?
- Se tu estás feliz, é só isso que me interessa. - lancei-me aos seus braços e apertou-me com força.
- Obrigado meu anjo. Obrigado. - respirei fundo no seu pescoço e larguei-o fazendo o maior sorriso do mundo - Vamos Sora?
- Sim, sim. Vamos para a nossa nova casa.

As nossas coisas já estavam expostas nos devidos lugares tirando a minhas coisas de estudo. Agarrei na mala e o meu pai ajudou-me com a outra. Entrámos.
Olhei a sala e deparei-me logo com o Bill sentado olhando o vazio. O meu pai foi cumprimentar aquele individuo estranho. Sentei-me ao seu lado deixando as malas no all da entrada da casa.
Matt- A tua mãe Bill?
Bill- Está na lá em cima.
Matt- Obrigado! Sora vou levar as malas para o teu quarto.
- Obrigada pai. - depois dele sair meti conversa com o Bill. - Então, tudo bem contigo?
Bill- ya.
- O comando da televisão?
Bill- Está aqui. - alcanço-me e eu liguei a Tv. Ultimamente ele era assim, deveras estranho. Ouvi umas pegadas, rezei para que não fosse Tom, mas em vão. Aproximava-se com o maior sorriso nos seus lábios.
- Precisamos falar! - avisei.
Tom- Ai é? - mexia no piercing -.-''
- Vamos lá para cima. - olhei pelo canto do olho o outro Kaulitz no sofá.
Tom- já devíamos ter ido à muito tempo.
-.-'''


Abri a porta, sentindo logo umas mãos rodearem a minha cintura.
- Tom.. PÁRA. -tentava soltar-me dos seus braços.
- eu sei que queres Sora!
- NÃO!- agarrou-me ao colo- Tom, PÁRA! EU NÃO QUERO NADA DISTO.
- Queres pois! - ele deitou-me na cama amarrando-me com as suas mãos.
- Não me faças gritar... larga-me!
- Eu colo os meus lábios aos teus....
- TOM! - gritei mas logo depois ele beijou os meus lábios sem lhe dar qual querer passagem para tal. Arregalei os olhos sentindo o seu corpo quase colado ao meu. Ainda conseguia encolher as pernas e arranjar forças para as meter na sua barriga e comprimi-las com força para a frente. Sim, fiz isso e ele caiu de cu no chão do quarto. - EU NÃO QUERO NADA DISTO! OUVE O QUE TENHO PARA DIZER DE UMA VEZ!!! POR FAVOR!
- Ok.. diz lá....
- Eu já não te conheço mais. Quem és tu ultimamente? Não me largas, não tenho liberdade alguma... onde está o Tom que conhecia? DIZ-ME! Eu SOU TUA AMIGA, AMIGA... nada mais Tom! E por tua causa... a MARY afastou-se de mim.
- Tu .. ´so me queres mesmo como amigo?
- Tu és apenas meu amigo... nada mais que isso...
- Desculpa...
- Agora vais ter de ir falar com a Mary. As coisas mudaram e eu quero tudo bem esclarecido. Entendes?
- Combinado.


No dia seguinte caminhei até à Universidade com Tom. Conversávamos animadamente como à muito não fazíamos e foi quando entrámos no corredor cheio de alunos e Mary nos olhou. Encostada à janela frente para Bill sentado no chão, ela correu para fora do edifício deixando-me abatida.
- Tom...
- Não fiques assim, eu vou falar com ela.
- Ela pensa que andamos de certeza.
- No intervalo eu falo com ela. Agora vou para a minha aula.
- Adeus Tom.
- Adeus. - beijou a minha bochecha e caminhou até à sua sala. Sentei-me no chão ao lado do Bill.
- Bom dia Bill. - ele mal me falava, só me respondeu segundos depois.
- Bom ..dia.
- Como foi o primeiro dia lá em casa?
- Normal.... Já estou habituado a muitas mudanças. - não me olhava.
- como assim? - fiquei curiosa.
- Em França.. mudava muitas vezes de casa.
- Porquê? - Olhou os meus olhos deixando-me com falta de ar... tentei respirar fundo e ele desviou o olhar. Que olhos Deus! Levantou-se e entrou na sala atrás da stora, deixando sentada e ignorada no chão do corredor. - Lá vamos nós para Alemão. -.-'' Seca! - suspirei.

3 comentários:

  1. Estou a gostar muito da fic.
    o bill está estranho.
    bem, o tom é k foi mesmo estupido com a sora.
    mas vamos ver como correm as coisas com o passar do tempo.
    ~beijinhos

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  2. Olaaa!

    Achon que o Bill se está sentir exactamente como a Mary. E que o Tom não vai msm falar com ela ou então vai demorar bastante tempo...

    Fico á espera do próximo =)

    beijinhos

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  3. Que mudança por aqueles lados! Bem, o Bill gosta da Sora e ele e a Mary estão exactamente no memso logar... Mas uma coisa no outro cap, que me deicou curiosa, é o pk de ele ficar tão nervoso perante o corpo feminino...
    Quero mais!
    Beijo

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