sOng x')

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

THE PROVE - Capitulo 5

Well, well, well ...
Olá meninas, sabem trago mais um capitulo para vocês e um presentinho. Trago o Trailer da minha próxima fanfic. Forget You

Fui eu que fiz, espero que gostem. (não está nada de especial) :$








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Passaram alguns meses e o Natal avistava-se tal como o meu aniversário que era na mesma noite. O ambiente natalício rodeava-me de alegria. Costumava ficar com o meu pai a ver filmes e a contar pormenores e segredos um com outro. Este ano era diferente. Agora, embora tenhamos sempre a nossa privacidade para falar e desabafar naquelas noites, agora iria se totalmente diferente, tínhamos mais membros na família. Completava naquela noite 21 anos. Estava receosa do que o futuro me desejaria e teria para me dar.

Naqueles meses que passaram Tom e Mary andavam num ambiente que dava vontade de dar chapadões. Okeyyy, eles estavam mesmo apaixonados. O que é deveras bom para ela e para ele... Estavam tão felizes. Se bem que o Tom deveria faltar pouco para fazer das suas, a não ser que tenha assentado de vez. O que a maioria da Universidade não acredita, nem mesmo eu. Bill, esse rapaz andava mais afastado. Depois do que tinha acontecido naquela tarde, mal comunicamos. Era para esquecer, contudo eu também fazia questão de manter de lado o que tinha sentido naquele momento em que o desejei.

Matt- Parabéns Sora! - aproximei-me de si.
- Obrigada pai. - agarrei-o com força e como sempre me fazia, puxava-me para seu colo no sofá. Sentiamos os olhares da familia Kaulitz em cima de nós, mas não nos importamos de mostrar todo o amor e carinho que trocávamos juntos, todas aquelas noites de Natal e de mais um aniversário.
Matt- este ano há uma coisa diferente no teu aniversário.
- o quê? sabes perfeitamente que assim é que prometemos ser sempre.
Matt- há uma pequena... lembrança. - olhou-me a medo.
- PAI??? - gritei chocada com aquilo e levantei-me - nós não damos presentes um ao outro em qualquer aniversário ou Natal. Tu prometes-te.
Matt- Acalma-te, confia em mim. - respirei fundo e vi-o a remexer no interior do bolso das calças. Pousou nas minhas mãos uma pequena caixa rectangular. Afastei-me do seu corpo e sentei-me no enorme sofá junto à lareira ao lado de Tom que meteu a sua mão no meu ombro.
Tom- Abre! - olhei o meu pai e ele fez sinal para que o fizesse.
- Mas... tenho...medo.
Matt- Não tenhas... não tenhas! - Senti sempre a mão de Tom no meu ombro. Olhei para todos ali presentes e depois a caixinha. Abri, e entrou em mim uma correte que me fez arrepiar. os meus olhos encheram-se de água. Era a chave da casa dos meus avós e da minha mãe.
- P-paiii... - não falava - é... é?
Matt- é tua! Hoje, tal como o teu avô te disse...
- Esquecia-me completamente. Mas... e vou ter de ir para lá?
Matt- Não obrigatoriamente. só quando casares.
- Mas eu não me vou casar nunca.
Tom- Soriinhaaaaaa nunca digas nunca.
- Cala a boca Kaulitz.- ri-me para ele.
Matt- ele quer que os seus netos e bisnetos cresçam onde cresceu a tua mãe.
- Mas eu não vou casar.
Matt- Pronto... tu é que sabes. Vais saber o que fazer. Confio em ti eu amor. - levantei o corpo dali e dirigi-me a ele abraçando-o com força.
- Só não te quero perder também...
Matt- eu não duro sempre. - riu.
- CALA-TE! - rimos logo depois.

Como fomos às compras de Natal para os Kaulitz, o meu pai e eu fizemos questão de entregar a cada um o seu. Tal como Simmone e Tom a nós e a Bill. O Kaulitz dos cabelos negros foi quem não fez compras nenhumas, mas não nos importamos com tal. O importante era estarmos todos ali reunidos e felizes.

No dia seguinte já pela noitinha a campainha fez-se ouvir e desci a correr mesmo com os saltos enormes. Estava pronta para festejar aquela noite. 21 anos para celebrar com a minha amiga e os conhecidos. Mal entro no corredor, deparo-me com Jonh e Bill a olharem-me.
Jonh- Uhm.. parabéns à aniversariante. - abraçou-me e retribui-lhe aquele apertado abraço.
- Obrigada. - corada afastei-me.
Jonh- Bem, vamos? Está tudo à nossa espera. Ainda tenho de ir buscar o outro casaco. - afastei-me e aproximei-me do espelho enorme da sala para me ver novamente.
- Para quê?
JOnh- não vou actuar com este... - olhou-me- Vá lá.. sabes que és linda.. estás óptima.
- Pronto... vamos lá... - agarrei no casaco ao lado de Bill no sofá e olhei-o de lado. - Não queres mesmo vir?
Bill- Não, obrigado na mesma pelo convite.

E saímos juntos para o concerto na minha festa.








terça-feira, 2 de novembro de 2010

THE PROVE - Capitulo 5

Não sei se vão gostar ou estão a gostar... mas quem não gostar temos pena, não apareça. :')



Caminhei sozinha para o bar, tentava avistar alguém do meu interesse e nada. Estaria Tom a falar com Mary? A verdade é que cada vez que pensava nesse assunto o meu coração tremia só de a imaginar longe de mim. Ela era a minha melhor e única amiga. Não queria mais estar ali, queria adormecer e não acordar mais, só de imaginar que ela me afaste de si para sempre. Suspirei e retomei caminho para a saída. Sentia-me sozinha naquele mundo, naquela divisão. Caminhei até casa, faltando às seguintes aulas.
Mal entrei no quarto despi a roupa pesada que trazia e enverguei a minha blusa branca e quente da Hello Kitty e estiquei o corpo na cama, adormecendo logo depois.

Ouvi barulhos e revirei na cama acordando com o som da porta do meu quarto. Olhei ensonada e deparei-me com Bill à frente da minha cama. Arregalei os olhos.
- Faltas-te às aulas...
- ... - não sabia o que lhe dizer.
- A Mary, andava à tua procura com o Tom e o irmão dela... ligaram-te... - falava baixinho e demasiado preocupado.
- ohm... adormeci.
- Estava tudo preocupado contigo.
- Não queria ... isso. - olhei-o - Bem, obrigada por me avisares. - fiz um sorriso.
- De nada. - Virou-me as costas para sair do quarto.
- Bill? - virou-se - Tens os apontamentos das aulas?
- Tenho, já te trago.
- Obrigada. - e saiu. Foi deveras encantador da sua parte vir-me avisar. Mas estaria ele a faltar a esta hora? Olhei o relógio. Sim, estava. Levantei o corpo da cama e calcei as botas de pêlo claro. Dirigi-me à secretária e agarrei na minha mala retirando o telemóvel da mesma. 7 chamadas não atendidas. Retomei chamada para a Mary.
- Sora? Finalmente!
- Sim...
- Queres deixar tudo preocupado?
- Sentia-me... sozinha...... e... - interrompeu-me.
- DESCULPA! DESCULPA!! Fui uma estúpida em não confiar em ti.
- Não faz mal, sua estúpida :)
- E não voltes a fazer isto ok?
- ok :)
- Até o Bill correu a Universidade inteira à tua procura connosco.
- O Bill? - virei-me para me sentar na cama mas... Bill estava mesmo atrás de mim. Assustei-me. Olhei aqueles olhos bem perto de mim, hipnotizastes e atractivos. A Mary continuava a falar ma e não a ouvia, só aquele ser me atraia.
- Sora? Sora??? Estás ai?
- ...
- SORA?
- ahm.. diz... - por um segundo desviei o meu olhar, mas fixei-o novamente. Estava mesmo ali, à minha frente.
- Eu disse que ele almoçou à pressa e foi ver se estavas em casa. Está ai? é que eu estou a chegar também...
- Falamos depois... eu..eu... vou desligar.... - desliguei e atirei o telemóvel para cima da cama ao lado. Não conseguia descolar o olhar dele, estávamos tão próximos. Humedeci os lábios e suspirei desejando tocar naqueles lábios agora bastante apetecíveis. Corei ao ouvir o meu coração bater fortemente, ele ouvia-o de certeza. Estávamos bastante colados e não perdi tempo em lhe tocar novamente no peito e ele colou as nossas faces deixando a sua respiração percorrer o meu pescoço e eu a suspirar de desejo. Aquele cheiro era tentador, todo ele era. Encostou o nariz ao meu e gemi de prazer ao sentir a sua respiração nos meus lábios. Estava quase.
- Sim, vai lá. Ela estava estranha eu vou já falar com ela... - a porta abriu e ele deu um passo atrás olhando-me atrapalhado e ao mesmo tempo desiludido.
- Estão ai os apontamentos. - disse e saiu do quarto quando passou pela Mary à porta escandalizada. Fechou a porta. Descai abatida pelo chão do quarto de joelhos enquanto sentia Mary a encaminhar-se a mim.
- Diz-me que não interrompi nada. - Olhou-me - Ohm nÃO! Merda! Desculpa.. de novo.
- Não faz mal... é melhor assim.
- Mas o que se passou?
- Não sei... nunca me senti assim. Eu ...queria-o. - olhei-a a medo - Somos o contrário do outro... nunca iria resultar.
- PORQUÊ? o.O'' Olha eu e o Tom!?
- Voltaram?
- Primeiro tu.. depois eu..
- Não há nada para falar Mary. Conta...
- é a ultima oportunidade que lhe dou... ele disse que me queria ao seu lado. Não acredito,sabes? - olhou-me triste- Ele vai ser sempre daquela maneira... e eu vou ser traída...
- não digas isso... ele pode mudar.
- O Tom? Nunca!