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segunda-feira, 18 de outubro de 2010

THE PROVE - Capitulo 3

olá deixo aqui mais um capitulo. espero que gostem. BeijinHos...

P.S.- TEM UMA HIPERLIGAÇÃO e as novas musicas da fic.




Abri a porta de casa e suspirei de alivio o primeiro dia de aulas. O meu nariz foi invadido pelo cheiro a chocolate vindo da cozinha mas antes de me poder encaminhar a ela deparei-me com a mesa da sala decorada com imensos aperitivos. Estranhei.

- Pai? Anne?

- Sou eu filha. – Entrei rapidamente na cozinha e vejo o meu pai de roda das panelas fazendo logo crescer um imenso sorriso nos meus lábios.

- A que se deve isto hoje? – Beijei a sua testa.

- Então.. a Anne tirou folga e como sou um óptimo cozinheiro resolvi preparar tudo hoje.

- Mas é isso que não entendo. A que se deve isto tudo? A sala...

- Bem… vamos ter visitas e um jantarzito.

- Quem?

- Depois vês.

- Vais deixar a tua filha curiosa?

- Vou! Por isso vai para o teu quarto toma um duche e arranja-te.

- Estou a ver que é mesmo importante, para me mandares arranjar. – Assentei o tom de voz na última.

- Sim, e fica ainda mais linda. – beijou a minha bochecha e voltou de roda do fogão.

- Não queres ajuda?

- Não filha.

Sentia algo estranho. Sentia que ele estava bastante nervoso e feliz ao mesmo tempo. Não sabia o que andava a tramar mas de certo que não era nada de errado, só o queria feliz e para isso teria sempre o meu apoio. Entrei no meu quarto e pensei na roupa que deveria usar. Procurei a água quente e quando voltasse ao quarto já teria uma ideia.

Quando sai já tinha uma ideia do iria vestir, optei por algo simples mas ao mesmo tempo casual. Depois de estar pronta desci as escadas de casa, sabia que havia mais gente em casa pois já se ouviam vozes por ela. Quando descia havia pessoas indesejáveis naquela divisão, não acreditava que aquilo me estava a acontecer. Senti olhares em mim causando o silêncio na casa.

- Olá Simmone. – Sorri-lhe, cumprimentando-a com dois beijos.

Simmne- Sora..estás muito…bonita. – fez-me um sorriso muito simpático, deixando a minha pessoa envergonhada.

- Obrigada. – corei de imediato.

Tom- Desculpa lá… é assim..- Atrapalhado – já te conheço a algum tempo... e … PORRA estás linda. – eu e Simmone gargalhamos deixando-me ainda mais insegura, olhei o outro Kaulitz e esse achava-o mais tenso agora. Tom mantinha o olhar colado às pernas descaradamente mesmo após a entrada do meu pai.

Matt- Filha… estás linda.

- Como tu pediste. – Corei. – Pai preciso de roupas. – Rimos.

Matt- EU SABIA! – Gargalhou.

Tom – Eu vou com ela às compras, não se preocupe. – riram.

- TOM!!! – repreendi olhando o Bill de repente.

Simmone- Sora, o meu filho Bill. – apresentou

- Nós já nos conhecemos.

Matt- Já?

Bill- Somos da mesma turma.

Simmone- Isso é bom.

- Deveras -.-‘

Tom- Já estou com fome.

Bill- Já estranhava -.-‘

- E eu…

Matt- vamos lá comer qualquer coisa então.

Perto do jantar falávamos na sala. Ouvia histórias dos gémeos quando eram ainda pequenos, mais do Tom porque ele foi quem cresceu com a Simmone. Esse tema deixou Bill incomodado e triste, notei-o, mesmo ele fazendo leves sorrisos a olhar Tom.

- Bem, eu vou lavar as mãos. – Levantei-me

Tom- eu também. – Seguia-me.

Bill- também vou aproveitar.

Quando cheguei ao corredor senti umas mãos rodearem a minha cintura.

Tom- és linda!

- PÁRA TOM, larga-me!

Tom- Ai Deus, nunca te tinha visto assim, parEces ser tão simples… se te visse primeiro que a Mary…

- Eu não estou nada a gostar desta conversa, sabes?

Bill – pois.

Tom- eu sou irresistível e tu…vais ser minha. – olhou-me sério e entrou na casa de banho deixando-me no corredor com Bill. Olhei-o e ele entrou na casa de banho. Mal Tom saiu entrei logo. Abri a torneira.

Bill- deixa-me passar.

- Espera. – fechei a torneira e meti-me à sua frente procurando a toalha para limpar as minhas mãos húmidas. Senti o seu olhar percorrer o meu corpo parando no meu peito. – Pára de olhar! Tarado!

Bill- deves pensar que és muito boa.

- então porque me olhavas?

- eu????

- pois tu! – aproximei-me levando-o a olhar de novo o meu peito.

- Mas… quem está a olhar? – e olhou nervoso.

- TU!

- Posso… sair…agora? - Dizia nervoso à medida que me aproximava deste.

- Não. – fiz um sorriso matreiro metendo a minha mão no seu peito. Foi a pior coisa que pude fazer pois senti o seu coração a intensificar o ritmo deixando-me a mim nervosa. Mordi o lábio inferior e ele respirou fundo. Senti as nossas respirações próximas e afastei-me… provocando-o. – Agora sim já podes ir. – gargalhei deixando-o para trás nervoso.

O jantar foi bastante animado, o meu pai falava e nunca se calava e nós riamos. Bill olhava-me por vezes e eu a ele. Tom notou aquele clima entre nós no jantar pois olhou o irmão ameaçando-o com olhar. Tremi assustada. Aproveitou-se sempre para meter a mão de baixo da mesa e agarrar nas minhas pernas. Andava irrequieta quando ele fazia isso, tentando retirar a sua mão e olhara nervosamente para a mesa. Queria provocar e rebaixar o irmão de Tom pois agora sabia que o seu ponto fraco era o corpo feminino e isso deixava-me vitoriosa. Mas agora a esfregona ambulante do Tom metia-se no meio e não havia graça.

Tom- Mas já me podem explicar, o porquê do jantar? é pelo regresso do Bill?
- Sim. Porquê?
Matt- Bem...
Simmone- ...
Matt- Eu e a Simmone...- arregalei os olhos olhando-os.
Tom- O.O
Bill- -.-'
Simmone- Namoramos.
Tom- :D
Bill- -.-'''''
- *.*
Matt- E... vamos viver juntos.
Tom- o.O
- :O
Bill- O.O

3 comentários:

  1. OMFG!! Agora é que vais ter mesmo que postar o próximo capitulo muito rápido mesmo! Como é que é?! Ahahah Foi tipo a cara deles.

    Eles vão viver juntos... e levam os filhos atrás? Por isso o sorriso do Tom e o WTF dos outros dois xDD

    Amei, fico á espera de mais

    Beijinhos

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  2. ola!
    estou a gostar da fic
    o bill tem a mania, ms ela sabe como lhe tirar isso XD
    o tom é k é smepre p mesmo, ve uma mulher e prontos.
    ãggora kero ver como o kaulitz mais novo se vai entender com a sua mais recente "irma"
    mais.
    beijinhos

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  3. WOW! Ela já sabe como por o Bill lá em baixo... mas se vão viver juntos... ai, ai!
    Vou continuar
    Beio

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